17 Mar 2026
INATEL FREQUÊNCIA 440
Ciclo de concertos
A COR DAS ALGAS
Filipa Santos e Miguel Moreira
Sinopse
Datas e Horários
17 MAR
Ter 21:00
Sala e Preços
Sala Carmen Dolores
10€ a 15€
Informação
Classificação
M/6
A COR DAS ALGAS
A Cor das Algas é um trio instrumental composto por percussão, acordeão e viola braguesa. Nascido da vontade de explorar texturas sonoras únicas, o grupo rejeita rótulos estilísticos rígidos, preferindo criar um espaço onde a improvisação se cruza com a canção, e onde o som de cada instrumento se torna voz de um imaginário coletivo.
A sonoridade de A Cor das Algas evoca paisagens, atmosferas e estados de espírito. É música que escuta e respira. Como as algas, flutua entre formas, cores e significados, difícil de rotular, mas impossível de esquecer.
“As algas – ainda que o pareçam – nada têm de vulgar. As suas cores são brandas, mas não abrem mão da sua natureza… São algas.”
Percussão André NO
Viola Braguesa Pedro João
Acordeão João Dantas Ferreira
Engenheiro de Som Colin Girod
FILIPA SANTOS e MIGUEL MOREIRA
Este projeto de música exploratória nascido em 2013, no Porto, junta os músicos multi-instrumentistas Filipa Santos e Miguel Moreira.
O duo tem como objetivo tocar música escrita e improvisada pelos próprios com uma vertente experimental e uso da eletrónica, resultando numa mescla entre o acústico e o eletrónico, a música antiga e moderna e a música estruturada e livre. As suas influências e imaginário musical vão desde o património imaterial português ao jazz e música improvisada que resultam numa abordagem contemporânea repleta de ambientes inesperados.
A sua discografia inclui Alta vai a lua (2015) e STOP Sessions (2020), trabalhos que refletem a identidade sonora do duo e o seu interesse por ambientes imersivos e narrativas musicais abertas.
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INATEL Frequência 440 é um projeto cultural, lançado em 2025, que nasce da intenção de impulsionar a transformação do panorama musical português.
Com os olhos postos no futuro, procura criar novas oportunidades, dar visibilidade ao talento nacional cujo trabalho é fortemente inspirado na cultura e música de raiz tradicional portuguesa, e fortalecer as ligações entre quem faz e quem promove a música em Portugal.
Na 1ª edição, das 54 candidaturas rececionadas de norte a sul do território continental e insular, foram selecionados 8 projetos por um júri de referência no panorama musical – Diogo Infante, Amélia Muge, Dino d’Santiago, Luís Sousa Ferreira e Mário Lopes.
Em março são assim apresentados ao vivo os vencedores da 1ª edição, uma oportunidade única para ficar a conhecer novos artistas nacionais emergentes num ciclo de concertos de 4 dias no Teatro da Trindade.
